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Por que tantos atalhos? Por que não o caminho de Jesus?

Mensagem do Espírito Milton, de passagem pela Casa de Maria Luiza – Nov/25

Meus irmãos queridos,

Que Jesus encontre, neste instante, um cantinho sereno dentro de cada coração que lê estas palavras.

Hoje quero conversar com vocês de um jeito simples, como quem se senta à beira da vida para observar o que, quase sempre, passa despercebido.

Tenho percebido — e vocês também — quanta gente anda cansada.
Não é só o cansaço do corpo, não.
É um cansaço da alma, um esgotamento que vem de buscar, buscar, buscar… e quase nunca encontrar.

As pessoas procuram atalhos o tempo todo.
Atalhos para paz, para sucesso, para tranquilidade, para alegria.
Pegam caminhos que prometem muito, mas entregam pouco.
E, quando percebem, já estão mais longe de si mesmas do que antes.

O curioso, meus irmãos, é que ninguém percebe que atalho é sempre promessa de rapidez, mas nunca de profundidade.
O atalho até chega mais rápido — mas chega raso.
Chega sem raiz.
Chega sem sustento.

E é por isso que tantas existências se tornam frágeis: estão construídas sobre atalhos.

Mas Jesus…
Jesus não é atalho.
Jesus é caminho.

E Ele mesmo disse isso — não por poesia, mas por realidade espiritual profunda:
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida.”

Nós é que complicamos.
Nós é que queremos atalhos porque, no fundo, estamos com pressa.
Pressa de sofrer menos.
Pressa de curar dores antigas.
Pressa de encher vazios internos.

Mas o Evangelho, meus irmãos, não cabe na pressa.
O Evangelho cabe no ritmo vivo do coração que desperta.

É aí que entra uma verdade que quase ninguém percebe:
Espiritualmente, atalho cansa. Caminho sustenta.
E isso tem validade psíquica, psicológica e até orgânica.

Quando a alma vive buscando atalhos, o pensamento se agita.
A mente produz mais ansiedade, mais dúvida, mais autoexigência.
O coração vive em alerta, como quem espera sempre alguma coisa que nunca chega.
E o corpo… ah, o corpo sente.
Sente no peito apertado, na respiração curta, na fadiga que aparece mesmo depois de dormir.

Mas quando a alma escolhe o caminho de Jesus — não como crença, mas como orientação diária — algo diferente acontece.
A mente descansa.
O coração abre espaço.
O corpo relaxa, como se compreendesse que, agora, não precisa lutar contra a vida, mas caminhar com ela.

Jesus não oferece atalhos; Ele oferece direção.
E direção é muito mais poderosa do que rapidez.

No atalho, a gente anda sozinho.
No caminho, Jesus anda conosco.

No atalho, fugimos das nossas sombras.
No caminho, Ele acende a Luz para que possamos vê-las sem medo.

No atalho, tentamos resolver o mundo por fora.
No caminho, Ele transforma o mundo por dentro — e isso muda tudo por fora.

Muita gente me pergunta — aqui em Maria Luiza — por que Deus não facilita, por que não tira as pedras, por que não entrega a felicidade assim, pronta, arrumada.
E eu respondo com carinho:
Deus não dá atalhos porque Ele não quer filhos superficiais.
Ele quer filhos completos.
E ser completo exige caminho.

Hoje, Jesus está chamando você.
Não para acelerar, não para prometer milagres espetaculares, não para apagar seus desafios.
Ele está chamando você para andar.

Um passo de cada vez.
Com calma.
Com verdade.
Com simplicidade.

Porque quem anda com Jesus não chega mais rápido — chega melhor.
Chega inteiro.
Chega com paz.

Sei que você já tentou muitos atalhos.
Sei que alguns funcionaram por um tempo, e depois se perderam.
Sei que outros só trouxeram mais cansaço.

Então, hoje, de coração para coração, eu lhe digo:
Pare um pouco. Respire.
E escolha o caminho de Jesus.
Não é o caminho mais fácil, mas é o único que não desaba.
É o único que não abandona.
É o único que sustenta a alma, reorganiza a mente e acalma o corpo.

E, se você escolher esse caminho, verá algo que só quem caminha com Jesus consegue ver:
O caminho não é para chegar a Ele.
O caminho é Ele chegando até você.

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