
De lá pra cá
Vocês ainda têm tempo
Por um Espírito anônimo, morador na Casa de Maria Luiza

Meus amigos,
Há uma coisa que vocês possuem e que muitos de nós, daqui, gostaríamos de poder tocar novamente: uma terça-feira qualquer.
Não estranhem.
Não estou falando de grandes acontecimentos.
Estou falando de acordar atrasado, abrir a janela, reclamar do frio, procurar os óculos, tomar café depressa, ouvir alguém chamando do outro cômodo, receber uma mensagem, encontrar uma pessoa conhecida na rua, voltar para casa cansado…
Uma terça-feira qualquer.
Vocês talvez não percebam, mas isso é uma riqueza extraordinária.
Quando estamos encarnados, imaginamos que os grandes momentos são os que dão significado à vida.
Depois compreendemos que não.
A vida estava acontecendo justamente naquilo que chamávamos de rotina.
Estava naquele almoço para o qual quase nunca tínhamos tempo.
Na voz da mãe que telefonava demais.
Na criança que interrompia o que estávamos fazendo.
No companheiro que perguntava como havia sido nosso dia.
No amigo para quem pensávamos:
“Qualquer hora telefono.”
Quantas coisas deixamos para qualquer hora…
O problema é que, algumas vezes, qualquer hora não chega.
Não digo isso para entristecê-los.
Digo porque vocês ainda podem fazer aquilo que muitos de nós gostaríamos de ter compreendido enquanto estávamos aí: não adiem o amor.
Adiem a compra.
Adiem a reforma.
Adiem a viagem, se for necessário.
Adiem uma decisão que ainda precisa amadurecer.
Mas não adiem o abraço.
Não adiem o pedido de perdão.
Não adiem o “eu estava errado”.
Não adiem a visita.
Não adiem o “eu amo você”.
Não adiem a oportunidade de fazer o bem.
Porque existe uma diferença enorme entre ter tempo e imaginar que teremos tempo.
Eu também imaginava.
Tinha projetos para o mês seguinte.
Coisas para resolver depois das férias.
Pessoas que pretendia procurar.
Conversas que teria quando estivesse mais tranquilo.
Uma mudança que começaria na segunda-feira.
E, sobretudo, acreditava naquela frase perigosa:
“Um dia eu faço.”
Um dia…
Daqui, descobrimos que a encarnação é feita exatamente desses dias que pareciam tão comuns.
Talvez vocês imaginem que, depois da morte, nosso maior arrependimento seja aquilo que fizemos de errado.
Algumas vezes é.
Mas há outra dor muito silenciosa: a dor do bem que poderíamos ter feito e não fizemos.
A paciência que poderíamos ter oferecido.
A palavra que poderia ter levantado alguém.
O telefonema que não fizemos.
A reconciliação que adiamos.
O tempo que não demos aos filhos porque estávamos ocupados construindo alguma coisa justamente para eles.
O “obrigado” que sentimos, mas não pronunciamos.
O “perdoe-me” que o orgulho reteve.
O abraço que economizamos.
É estranho perceber isso depois.
Durante a encarnação, preocupamo-nos tanto em não perder dinheiro, oportunidades, negócios, compromissos…
E perdemos tardes inteiras.
Perdemos pessoas dentro da própria casa.
Perdemos conversas.
Perdemos domingos.
Perdemos a oportunidade de sermos felizes porque estávamos ocupados preparando uma felicidade futura.
Não façam isso.
Vocês não precisam abandonar responsabilidades.
Não precisam viver como se não houvesse amanhã.
Ao contrário.
Precisam viver tão bem o hoje que, se o amanhã vier — e esperamos que venha por muitos anos — encontre vocês realmente vivos.
Trabalhem.
Planejem.
Economizem.
Construam.
Sonhem.
Mas não confundam preparar a vida com viver.
Há pessoas que passam décadas preparando-se para começar.
Quando os filhos crescerem.
Quando terminarem de pagar a casa.
Quando se aposentarem.
Quando tiverem mais dinheiro.
Quando os problemas diminuírem.
Quando estiverem menos ocupadas.
E a vida vai passando enquanto elas aguardam autorização para vivê-la.
Jesus tentou nos ensinar isso de tantas maneiras.
Falou dos lírios do campo.
Falou das aves do céu.
Falou do homem que acumulou nos celeiros imaginando possuir muitos anos pela frente.
Falou para não nos inquietarmos demasiadamente com o amanhã.
Não porque o amanhã não importe.
Mas porque Deus só nos entrega a vida no presente.
Vocês possuem hoje algo extraordinário: um corpo.
Talvez ele doa.
Talvez esteja cansado.
Talvez não seja o corpo que vocês gostariam de ter.
Mas abracem alguém com ele.
Caminhem até alguém com ele.
Trabalhem no bem com ele.
Olhem nos olhos de quem vocês amam enquanto ainda possuem olhos materiais para fazê-lo.
Vocês possuem uma voz.
Não a utilizem apenas para reclamar da vida.
Digam alguma coisa bonita a alguém.
Vocês possuem mãos.
Não deixem que elas se ocupem somente de ganhar, guardar, carregar e digitar.
Há alguém precisando delas.
Vocês possuem uma casa?
Façam alguém sentir-se bem-vindo nela.
Possuem conhecimento?
Ensinem.
Possuem dinheiro?
Façam-no produzir também alívio.
Possuem experiência?
Ajudem alguém a errar menos.
Possuem alguma dor?
Transformem-na em compreensão para a dor dos outros.
Vocês possuem tempo?
Então possuem uma das maiores fortunas da encarnação.
E não precisam fazer nada extraordinário com ele.
Talvez seja esse o meu principal recado.
Não esperem uma grande missão.
A grande missão pode estar sentada à mesa com vocês.
Pode dormir no quarto ao lado.
Pode trabalhar na mesa em frente.
Pode ser aquele parente difícil.
Pode ser alguém que vocês encontram todas as semanas e nunca perguntaram verdadeiramente: “Como você está?”
Quando cheguei aqui, não me perguntaram quantas coisas consegui comprar.
Também não me perguntaram quantas pessoas me admiravam.
A consciência fez perguntas muito mais simples.
Quanto você amou?
O que fez com aquilo que recebeu?
Quem ficou melhor porque você passou pela vida dela?
Essas perguntas permanecem.
Por isso escrevo.
Não para que tenham medo de vir para cá.
A vida continua.
Deus é infinitamente mais misericordioso do que muitas vezes imaginamos.
Escrevo justamente porque vocês ainda estão aí.
Ainda podem voltar para casa e agir diferente.
Ainda podem telefonar.
Ainda podem pedir desculpas.
Ainda podem começar.
Ainda podem desistir de uma mágoa.
Ainda podem sentar perto de alguém.
Ainda podem mudar uma escolha.
Ainda podem fazer aquela visita.
Ainda podem dizer “eu amo você”.
Ainda podem transformar uma terça-feira qualquer em um pedaço de eternidade.
Talvez amanhã vocês acordem, abram a janela, procurem os óculos, tomem café e saiam para mais um dia comum.
Se isso acontecer, lembrem-se de mim.
E antes de dizerem: “É só mais um dia”, experimentem dizer: “Ganhei mais um dia.”
Vocês talvez não imaginem a diferença.
Nós, daqui, sabemos.
Aproveitem.
Não desesperadamente.
Não com medo de morrer.
Mas com a alegria consciente de quem finalmente compreendeu: estar encarnado é ainda poder fazer alguma coisa com o amor.
E enquanto vocês puderem amar hoje, meus amigos, vocês ainda têm tempo.
Um Amigo da Espiritualidade, aprendendo a usar o tempo em Maria Luiza.
Mensagem de Emmanuel
Se soubéssemos
Se o homicida conhecesse, de antemão, o tributo de dor que a vida lhe cobrará, no reajuste do seu destino, preferiria não ter braços para desferir qualquer golpe.
Se o caluniador pudesse eliminar a crosta de sombra que lhe enlouquece a visão, observando o sofrimento que o espera no acerto de contas com a verdade, paralisaria as cordas vocais ou imobilizaria a pena, a fim de não confiar-se à acusação descabida.
Se o desertor do bem conseguisse enxergar as perigosas ciladas com que as trevas lhe furtarão o contentamento de viver, deter-se-ia feliz, sob as algemas santificantes dos mais pesados deveres.
Se o ingrato percebesse o fel de amargura que lhe invadirá, mais tarde, o coração, não perpetraria o delito da indiferença.
Se o egoísta contemplasse a solidão infernal que o aguarda, nunca se apartaria da prática infatigável da fraternidade e da cooperação.
Se o glutão enxergasse os desequilíbrios para os quais encaminha o próprio corpo, apressando a marcha para a morte, renderia culto invariável à frugalidade e à harmonia.
Se soubéssemos quão terrível é o resultado de nosso desrespeito às Leis Divinas, jamais nos afastaríamos do caminho reto.
Perdoa, pois, a quem te fere e calunia…
Em verdade, quantos se rendem às sugestões perturbadoras do mal, não sabem o que fazem.
Do livro Fonte Viva – Espírito Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier
Vivendo o espiritismo
Como devo me comportar diante da política aos olhos da doutrina espírita?

Política tem tirado a paz de muita gente.
Famílias se dividem. Amigos se afastam. Pessoas que durante anos conviveram fraternalmente passam a se tratar como adversárias porque escolheram candidatos, partidos ou ideias diferentes.
E talvez exista aí uma pergunta que nós, espíritas, precisamos fazer com muita seriedade:
Como devo me comportar diante da política?
A primeira resposta talvez surpreenda.
O Espiritismo não nos ensina a fugir da política.
Somos cidadãos. Vivemos em sociedade, utilizamos serviços públicos, pagamos impostos, elegemos representantes e somos atingidos pelas decisões daqueles que administram a coletividade. Portanto, interessar-se responsavelmente pela vida pública também é uma forma de participar da construção do mundo em que vivemos.
O problema começa quando deixamos de exercer a cidadania e passamos a entregar nossa paz, nossa fraternidade e, algumas vezes, até nossos valores aos embates políticos.
Jesus nos ofereceu uma referência extraordinária.
Ele viveu numa sociedade profundamente marcada por conflitos políticos, religiosos e sociais. A Palestina estava sob domínio romano. Havia disputas entre diferentes grupos, interesses de poder e enormes desigualdades.
Jesus poderia ter escolhido um dos lados.
Não escolheu.
Mas também não foi indiferente ao sofrimento das pessoas.
Ele denunciou a hipocrisia, defendeu os vulneráveis, valorizou a justiça, ensinou responsabilidade, confrontou abusos e colocou a dignidade humana acima das conveniências.
Sua revolução, porém, começava na consciência.
Talvez esteja aí a primeira grande orientação para nós.
O cristão não precisa ser politicamente indiferente. Precisa ser moralmente consciente.
A Doutrina Espírita nos ensina que somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e pelas consequências que delas resultam. Isso também vale para nossa participação na sociedade.
Votar, portanto, não deveria ser apenas escolher aquele de quem gostamos.
Deveria ser um exercício de consciência.
Que valores essa pessoa representa?
Como se comporta quando possui poder?
Respeita a dignidade humana?
É honesta?
Trabalha pelo interesse coletivo ou principalmente pelo próprio interesse?
Promove justiça, educação, proteção aos vulneráveis, responsabilidade e paz?
Não precisamos procurar candidatos perfeitos — eles não existem.
Precisamos procurar, dentro das possibilidades existentes, aquilo que mais se aproxima dos valores que desejamos ver presentes na sociedade.
Mas há algo ainda mais importante.
Nenhum político deveria receber de nós aquilo que pertence à nossa consciência.
Quando começamos a justificar tudo porque foi feito por “nosso lado”, algo perigoso aconteceu.
Já não estamos avaliando princípios.
Estamos defendendo pessoas.
E o Espiritismo nos ensina exatamente o contrário: o bem continua sendo bem independentemente de quem o pratique, e o erro não se transforma em acerto porque foi cometido por alguém com quem simpatizamos.
Talvez essa seja uma das grandes provas morais da política:
conseguir conservar os princípios quando eles contrariam nossas preferências.
Existe ainda outro perigo.
Transformar quem pensa diferente em inimigo.
O Evangelho não nos autoriza a odiar ninguém.
Podemos discordar profundamente de uma ideia e continuar respeitando quem a defende. Podemos combater uma injustiça sem desejar o mal de quem a pratica. Podemos defender nossas convicções sem humilhar, ironizar ou agredir.
Jesus foi muito além disso quando nos pediu que amássemos até mesmo os inimigos.
Se devemos amar os inimigos, como poderíamos justificar o ódio contra alguém simplesmente porque vota diferente de nós?
Isso não significa aceitar tudo.
Amor não é omissão.
Tolerância não significa concordância.
Jesus acolhia pessoas, mas também confrontava comportamentos. Sua mansuetude jamais foi covardia.
Podemos — e muitas vezes devemos — posicionar-nos.
Mas existe enorme diferença entre combater uma ideia e destruir uma pessoa.
É justamente aí que o Evangelho deve aparecer em nossa participação política.
Antes de compartilhar uma notícia, verificar se é verdadeira.
Antes de repetir uma acusação, perguntar se temos certeza.
Antes de atacar alguém, lembrar que existe ali um Espírito, exatamente como nós, em processo de aprendizado.
Antes de escrever alguma coisa nas redes sociais, perguntar:
Eu diria isso se Jesus estivesse sentado ao meu lado?
Talvez essa pergunta evitasse muitas das violências que praticamos com as palavras.
Há também uma responsabilidade especial das instituições espíritas.
A casa espírita pertence a Jesus, não aos partidos.
Nela devem caber pessoas de diferentes posições políticas, reunidas pelo propósito comum de aprender, servir e transformar a si mesmas.
Quando levamos a disputa partidária para dentro do ambiente religioso, corremos o risco de diminuir o Evangelho para fazê-lo caber dentro das nossas preferências.
E o Evangelho é maior do que todas elas.
Jesus não é de direita.
Jesus não é de esquerda.
Jesus não pertence a partido algum.
Seria inadequado tentar colocá-Lo dentro das categorias políticas que nós mesmos criamos.
Seus valores, porém, são muito claros: amor, justiça, verdade, misericórdia, fraternidade, responsabilidade, serviço, respeito à dignidade humana e cuidado com aqueles que mais necessitam.
É por esses valores — e não por rótulos — que o cristão espírita deveria orientar sua consciência.
E talvez exista uma questão ainda mais profunda.
É relativamente fácil indignar-nos com a corrupção dos governantes.
Mais difícil é perceber as pequenas corrupções que toleramos em nós.
Queremos políticos honestos, mas somos honestos quando ninguém está olhando?
Queremos governantes responsáveis, mas cumprimos nossas próprias responsabilidades?
Exigimos respeito, mas respeitamos quem pensa diferente?
Pedimos justiça, mas somos justos dentro de casa, no trabalho e em nossas relações?
Talvez a transformação política mais urgente ainda seja a transformação moral do cidadão.
Porque os governantes não surgem fora da sociedade.
Eles surgem dela.
Uma sociedade moralmente melhor preparada tende, progressivamente, a exigir e produzir representantes melhores.
Por isso, o Espiritismo não nos pede que abandonemos a política.
Pede algo muito mais difícil:
que levemos consciência para dentro dela.
Que votemos sem idolatria.
Que fiscalizemos sem ódio.
Que discordemos sem violência.
Que participemos sem fanatismo.
Que defendamos princípios sem transformar pessoas em inimigas.
E, sobretudo, que não entreguemos nossa paz a nenhuma disputa passageira deste mundo.
Governos passam.
Partidos passam.
Mandatos terminam.
Ideologias se transformam.
Nós continuamos.
Somos Espíritos imortais, responsáveis pelo que pensamos, pelo que sentimos, pelo que fazemos — e também pela maneira como tratamos aqueles que pensam diferente de nós.
Talvez, então, a pergunta não seja apenas:
“Qual é a minha posição política?”
Talvez exista outra, muito mais importante:
“Qual é a posição do Evangelho dentro de mim quando encontro alguém que pensa diferente?”
Porque podemos defender muitas propostas para melhorar o mundo.
Mas Jesus começou por uma única revolução:
a transformação do coração humano.
E nenhuma sociedade verdadeiramente melhor será construída sem ela.
Novidades
Palestra orienta mulheres sobre seus direitos e formas de proteção
No dia 12 de setembro, a sede dos Obreiros da Luz Divina recebeu uma palestra especial sobre a Lei e os direitos das mulheres que sofrem violência. O encontro foi conduzido pela cabo Jucy Figueiredo, da Polícia Militar, que apresentou informações importantes sobre as diferentes formas de violência contra a mulher e os caminhos disponíveis para buscar ajuda e proteção.
Com uma linguagem clara e acolhedora, a cabo Jucy destacou a importância de conhecer os próprios direitos e de não permanecer em silêncio diante de situações de violência.
Após a palestra, algumas mulheres procuraram pessoalmente a cabo Jucy para conversar sobre situações que estavam vivenciando. Com atenção e sensibilidade, ela ouviu cada uma delas e ofereceu orientações específicas sobre como proceder em seus casos, reforçando a importância de buscar ajuda e dos canais de proteção existentes.
O encontro cumpriu, assim, um importante papel de informação, acolhimento e conscientização, mostrando que conhecer os direitos pode ser um passo fundamental para romper o ciclo da violência e buscar proteção.



Bingo Beneficente do GOAC reúne amigos em uma tarde de alegria e solidariedade
No dia 26 de setembro, o GOAC – Grupo de Orações, Amor e Caridade realizou mais uma edição do seu tradicional Bingo Beneficente, no Restaurante Ô Chopp, na Vila Guarani. Foram 130 participantes reunidos para uma tarde muito divertida, de reencontro com amigos, boas conversas e muitos prêmios.
O ingresso, no valor de R$ 50, dava direito a cinco cartelas para as rodadas do Bingo, que contou com 15 prêmios, além de um delicioso lanche preparado com carinho pela equipe de organização.
E as delícias não ficaram apenas por conta do lanche! Os participantes também puderam comprar quitutes preparados especialmente para a ocasião, como doce de abóbora, bolos, pães de mel e outras gostosuras.
A grande emoção da tarde ficou para a rodada do prêmio principal: uma Smart TV de 50 polegadas, que teve como ganhadores Donizete e Isabel.
Mais do que proporcionar uma tarde agradável e divertida, o Bingo cumpriu sua finalidade beneficente. O evento arrecadou R$ 11.249,20, que serão destinados às obras sociais e às atividades assistenciais, sociais e espirituais desenvolvidas pelo GOAC.
Um agradecimento muito especial aos 14 voluntários que, durante dois meses, trabalharam com dedicação e carinho na preparação de cada detalhe, para que tudo saísse da melhor maneira. Nossa gratidão também aos amigos que contribuíram adquirindo eletrodomésticos e outros produtos que foram oferecidos como prêmios nas rodadas.
A todos os que participaram, colaboraram, doaram e ajudaram a tornar esse encontro possível, fica o nosso carinho e o nosso muito obrigado. Foi uma tarde em que a diversão se uniu à solidariedade — e, juntos, conseguimos transformar cada cartela em um gesto de amor ao próximo.






Campanha de Natal 2026 já começa a ganhar forma
Enquanto o Natal ainda parece um pouco distante, nos bastidores do GOAC já estamos trabalhando com muito entusiasmo para preparar uma campanha especial.
A Campanha de Natal 2026 vai levar alegria a 300 famílias da Vila Tanise, comunidade localizada na região alagadiça de Itanhaém atendida pelo Obreiros da Luz Divina.
Como nas edições anteriores, a meta é montar cestas de Natal caprichadas, com alimentos que fazem parte de uma ceia e de uma despensa bem abastecidas: arroz, feijão, açúcar, café, macarrão, leite em pó, achocolatado, biscoitos, ervilha, milho, farinha de mandioca, fubá, goiabada, panetone, entre outros itens.
Para que todos os passos da campanha sejam bem planejados, contaremos mais uma vez com a coordenação entusiasmada e competente do Thiaguinho, que já está colocando as mãos na massa para organizar voluntários, arrecadações, mutirões e toda a logística necessária. É muito trabalho — mas também muita disposição para fazer o bem!
A arrecadação de alimentos começa oficialmente em 1º de novembro. Haverá mutirões nos dias 15 e 29 de novembro e 6 e 9 de dezembro, seguidos pelos preparativos finais: compras, organização, montagem das cestas e, finalmente, a tão esperada entrega às famílias, no dia 13 de dezembro.
Cada cesta será fruto da união de muitas mãos. Por isso, desde já, o GOAC convida seus amigos a participarem dessa corrente de solidariedade. Afinal, o Natal fica ainda mais bonito quando podemos levar um pouco de alegria à vida de quem enfrenta dificuldades.
Vamos juntos fazer deste Natal uma celebração de amor, carinho e esperança!



Solidariedade
A solidariedade é uma das mais belas expressões do amor ensinado por Jesus.
Cada gesto de auxílio ao próximo representa uma oportunidade de crescimento espiritual, fortalecendo os laços de fraternidade que unem toda a humanidade.
Quando estendemos a mão a quem sofre, iluminamos também o nosso próprio caminho, pois a verdadeira caridade transforma tanto quem recebe quanto quem oferece.




Nossos livros
O estudo é um caminho de iluminação da consciência.
Ao conhecer os ensinamentos de Jesus e as leis espirituais, ampliamos nossa compreensão da vida, fortalecemos a fé raciocinada e adquirimos recursos para enfrentar os desafios com mais equilíbrio, amor e esperança.
Estudar é um passo essencial para o progresso do Espírito.
Conheça abaixo os livros psicografados pelo corpo mediúnico do Grupo de Orações, que estão à venda no Núcleo Cultural pelo preço de custo.

O Lado de Lá é um convite ao silêncio interior e à reflexão profunda sobre a vida, a fé e a continuidade da existência além da matéria.
Reunindo mensagens espirituais psicografadas por médiuns do Grupo de Orações, Amor e Caridade, esta obra apresenta 57 relatos de Espíritos ligados à Casa Transitória de Maria Luiza e à Colônia Espiritual Alvorada Nova, ilustrando as Leis Divinas reveladas pelo Espiritismo e o Evangelho de Jesus.
Com linguagem simples e fraterna, os textos abordam o amor, a dor, a reencarnação, o lar como escola das almas e orientações para nos libertarmos das ilusões, oferecendo consolo, esclarecimento e esperança.
Mais do que explicar o mundo espiritual, este livro convida o leitor a viver melhor no presente, lembrando que ninguém caminha sozinho e que o amor continua sendo o caminho seguro para a paz da alma.
Porque, no fim, mais importante do que saber o que existe do lado de lá…
é aprender como viver melhor do lado de cá.

Em tempos difíceis, muitos acreditam que a força está em reagir. Mas e se ela estiver em permanecer fiel?
Esta é a história de Paullete Fabert — uma jovem que, em meio à guerra, escolhe não se deixar transformar por ela. Na resistência europeia, sua maior batalha não é apenas externa, mas interior.
Entre decisões silenciosas e escolhas profundas, Paullete nos conduz por uma jornada que revela: não são as circunstâncias que nos definem, mas a consciência com que respondemos a elas.
Mais que um romance, este livro é um convite — a olhar para dentro e descobrir que a verdadeira liberdade nasce quando deixamos de reagir e passamos a escolher.
Aniversariantes de Outubro

Classificados
Tratamento de feridas
Enfermeira Maria Camoiço (cooperadora aos domingos). Especialista em Feridas, Podiatria e Estomias. Instagram: @maxuquei_7 WhatsApp: 11 97061-7742.
Terapia Florais e Constelação Familiar
Terapeuta Sol – Solange Nader Miziara (cooperadora aos sábados). Formada em Terapia Floral e Constelação Familiar, entre outras Terapias Integrativas e Complementares. WhatsApp : 11 97201-4386.
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