O Candeeiro – Março/22

Aos amigos cooperadores

CARO AMIGO COOPERADOR

As nossas vibrações de muita paz, saúde e alegria para você e sua família!

À medida em que nossos espíritos evoluem, através dos desafios e provas da vida, passamos a desenvolver cada vez mais a sensibilidade e a compaixão em relação a tudo o que acontece à nossa volta. Este é um instrumento extremamente eficaz que a Providência Divina utiliza para nos fazer superar a indiferença.

A indiferença é terrível. Ela blinda os olhos e o coração do indiferente, fazendo com que ele aja como se uma situação ou pessoa não existisse. Sentir a indiferença é como se sentir invisível, desimportante, inútil.

Jesus jamais foi indiferente.

Se não podemos ser indiferentes às iniquidades, ao vivermos em um mundo de provas e expiações como a nossa Terra, precisamos manter a vigilância para não nos entregarmos ao desânimo ou à desesperança. São tantas dores e sofrimentos que se multiplicam, que muitas vezes parece que nos esquecemos de que Jesus é o nosso Guia.

Recorrendo ao Sermão Profético do Cristo, anotado pelo evangelista Mateus no capítulo 24, versículos 12 e 13, o Mestre nos alerta: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.”

Que belíssimo alerta! Temos que orar e vigiar para que não deixemos o nosso amor se esfriar. Por mais que as circunstâncias pareçam difíceis, tristes, dolorosas, sabemos que estamos vivendo as experiências exatas para a nossa evolução e aprendizado. Da mesma forma que não podemos nos “acostumar com o mal”, não podemos perder a esperança no porvir, e seguir trabalhando de modo amoroso e constante.

Precisamos perseverar até o fim. Não podemos esmorecer. Jesus está conosco, jamais faltará o amparo divino para nenhum de nós. Não podemos duvidar disso.

Lembremo-nos que, para um barco que faz uma travessia de um oceano inteiro, não faz muita diferença naufragar no meio do oceano, ou a 10 km do porto de chegada. Em ambos os casos o acidente fatalmente custaria a vida de todos os tripulantes.

É por isso que, no leme das nossas próprias vidas, precisamos ser sensíveis, vigilantes e perseverantes, sempre.

Um Forte abraço!

Equipe O Candeeiro

Mensagem do mês

Como Lázaro

“E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.” — (JOÃO, 11.44)

O regresso de Lázaro à vida ativa representa grandioso símbolo para todos os trabalhadores da Terra.

Os criminosos arrependidos, os pecadores que se voltam para o bem, os que “trincaram” o cristal da consciência, entendem a maravilhosa característica do verbo recomeçar.

Lázaro não podia ser feliz tão só por revestir-se novamente da carne perecível, mas, sim, pela possibilidade de reiniciar a experiência humana com valores novos. E, na faina evolutiva, cada vez que o Espírito alcança do Mestre Divino a oportunidade de regressar à Terra, ei-lo desenfaixado dos laços vigorosos… Exonerado da angústia, do remorso, do medo… A sensação do túmulo de impressões em que se encontrava, era venda forte a cobrir-lhe o rosto…

Jesus, compadecido, exclamou para o mundo:

— Desligai-o, deixai-o ir.

Essa passagem evangélica é assinalada de profunda beleza.

Preciosa é a existência de um homem, porque o Cristo lhe permitiu o desligamento dos laços criminosos com o pretérito, deixando-o encaminhar-se, de novo, às fontes da vida humana, de maneira a reconstituir e santificar os elos de seu destino espiritual, na dádiva suprema de começar outra vez.

Caminho, Verdade e Vida, capítulo 112 – Emmanuel, psicografado por Chico Xavier

Nossa Agenda

1 a 31/03/22 – FLUIDOTERAPIA E EVANGELHO

Conheça a escala da Fluidoterapia e do Evangelho para março de 2022

FLUIDOTERAPIA

EVANGELHO

Tema: Capítulo 10 – Religião dos Espíritos – Examina a própria aflição – Emmanuel

Examina a própria aflição para que não se converta a tua inquietude em arrasadora tempestade emotiva.

Todas as aflições se caracterizam por tipos e nomes especiais.

 A aflição do egoísmo chama-se egolatria.

 A aflição do vício chama-se delinquência.

 A aflição da agressividade chama-se cólera.

 A aflição do crime chama-se remorso.

 A aflição do fanatismo chama-se intolerância.

 A aflição da fuga chama-se covardia.

 A aflição da inveja chama-se despeito.

 A aflição da leviandade chama-se insensatez.

 A aflição da indisciplina chama-se desordem.

 A aflição da brutalidade chama-se violência.

 A aflição da preguiça chama-se rebeldia.

 A aflição da vaidade chama-se loucura.

 A aflição do relaxamento chama-se evasiva.

 A aflição da indiferença chama-se desânimo.

 A aflição da inutilidade chama-se queixa.

 A aflição do ciúme chama-se desespero.

 A aflição da impaciência chama-se intemperança.

 A aflição da sovinice chama-se miséria.

 A aflição da injustiça chama-se crueldade.

Cada criatura tem a aflição que lhe é própria.

A aflição do reino doméstico e da esfera profissional, do raciocínio e do sentimento…

Os corações unidos ao Sumo Bem, contudo, sabem que suportar as aflições menores da estrada é evitar as aflições maiores da vida e, por isso, apenas eles, anônimos heróis da luta cotidiana, conseguem receber e acumular em si mesmos os talentos de amor e paz reservados por Jesus aos sofredores da Terra, quando pronunciou no monte a divina promessa: — “Bem-aventurados os aflitos!” 

Tema: Capítulo 13 – Aulas da Vida – Aflições excedentes – Emmanuel

Diante da orientação espírita que te esclarece, não te afastes da lógica, a fim de que não te gastes sem proveito, embaraçando o orçamento das próprias forças com aborrecimentos inúteis.

Diariamente, batem às portas do Além aqueles que abreviaram a quota do tempo que poderiam desfrutar na Terra, adquirindo problemas da desencarnação prematura.

É que, por toda parte, transitam portadores de aflições excedentes. Não satisfeitos com as responsabilidades que a existência lhes impõe, amontoam cargas de sofrimentos imaginários.

Há os que percebem salário compensador e desregram-se na revolta, porque determinado companheiro lhes tomou a frente no destaque convencional, muitas vezes para sofrer o peso de compromissos que seriam incapazes de suportar.

Há os que dispõem de excelente saúde, com atividades leves nos deveres comuns, arrepelando-se, desgostosos, por verem adiado o período de férias, quando, com isso, estão sendo desviados de experiências impróprias a que seriam fatalmente impelidos pelo repouso inoportuno.

Há os que possuem recursos materiais suficientes ao próprio conforto e se lastimam, insones, por haverem perdido certo negócio que lhes conferiria maiores vantagens, dentro das quais talvez viessem a conhecer a criminalidade e .a loucura.

Há os que colecionam gavetas superlotadas de adornos caros e caem no desespero com a perda de uma joia de uso pessoal, cujo desaparecimento é o meio de situá-los a cavaleiro de possíveis assaltos da cobiça e da violência.

E existem, ainda, aqueles outros que se abastecem no guarda-roupa recheado e gritam contra o costureiro que se desviou do modelo encomendado;

os que são donos de casa sólida e adoecem por não conseguirem abatê-la, de pronto, afim de reconstruí-la segundo novos caprichos;

os que se aboletam em automóvel acolhedor, mas inquietam-se por não poderem trocá-lo, de imediato, pelo carro de último tipo;

e os que se sentam à mesa provida de cinco pratos diferentes e encolerizam-se por não encontrarem o quitute predileto.

“Bem-aventurados os aflitos!” — disse Jesus. 

Felizes, sim, de todos os que carregam seus fardos com diligência e serenidade, mas estejamos convictos de que toda aflição excedente complica o itinerário da vida e corre por nossa conta.

Tema: Capítulo 12 – Joia – Apressados – Emmanuel

Em muitas ocasiões, o excesso de prudências pode parecer egoísmo disfarçado.

Entretanto, é justo refletir que a precipitação cria os aflitos sem bem-aventuranças, ou melhor, os amigos super-apressados que suscitam complicações e tumultos, tais quais sejam:

 os que se dão urgência na transmissão de boatos infelizes, estabelecendo a perturbação e o desequilíbrio;

 os que atravessam à frente de veículos em movimento, alegando a necessidade de espaço;

 os que surgem ávidos pelo aperitivo, ao qual se habituaram e penetram recintos escuros, acendendo fósforos junto de elementos inflamáveis;

os que improvisam discussões estéreis, com o objetivo de fazerem prevalecer os pontos de vista que lhes são próprios;

e aqueles outros que assumem decisões de importância, sem ouvir os companheiros que lhes compartilham das responsabilidades, abraçando compromissos que passam a prejudicar centenas de pessoas.

Em verdade, proclamou o Cristo:

“Bem-aventurados os aflitos!…”  mas não se deteve em qualquer louvor aos companheiros inquietos e apressados demais.

Tema: Capítulo 25 – O Evangelho por Emmanuel — Volume I – Ouvindo o Sermão do Monte

Bem-aventurados os aflitos, desde que não convertam a própria dor em azorrague de recriminações sobre a face alheia.

Bem-aventurados os que choram, desde que não transformem as próprias lágrimas em venenosa indução à preguiça.

Bem-aventurados os sedentos de justiça, desde que se abstenham de demandas domésticas ou de querelas nos tribunais, que apenas lhes agravariam os próprios débitos, ante a Lei.

Bem-aventurados os humildes de espírito, desde que não conduzam a própria modéstia ao caminho do orgulho em que se entregarão, desvairados, à crítica desairosa e à condenação sistemática dos companheiros que lhes partilham a senda.

Bem-aventurados os misericordiosos, desde que não façam da compaixão simples peça verbal, para discurso brilhante.

Aflição com revolta chama-se desespero. Pranto com rebeldia é poço de fel.

Sede de justiça, com reivindicações apressadas, é destrutiva exigência.

Singeleza com reproches à conduta alheia é sistema de crueldade.

Misericórdia sem esforço de auxílio é simples ornamento na boca.

Cogitemos de assimilar as bem-aventuranças divinas, sem nos esquecermos, porém, de que todas elas traduzem atitudes da consciência e gestos do coração, porque só no coração e na consciência é que se fundamentam os alicerces do glorioso Reino de Deus.

Tema: Capítulo 26 – O Evangelho por Emmanuel — Volume I – Não te aflijas

Não te aflijas, diante do quadro de lutas que te arrebatam ao torvelinho das provas inevitáveis, porque a inquietação destrutiva nada constrói em benefício dos semelhantes.

Por ocasião do incêndio, não é a precipitação que salva ou retifica e nem apagaremos o fogo crepitante, atirando-lhe combustível.

De qualquer modo, numa esfera de ação, qual a terrena, em que os bons sentimentos são luzes vacilantes e obras incompletas, seremos defrontados, diariamente, pelos raios mortíferos da desarmonia, da cólera, da intemperança e da crueldade; entretanto, a fim de que nos convertamos em recursos vivos de educação para os elementos que nos rodeiam, é imprescindível o aprendizado da serenidade e do silêncio, de modo a reajustarmos, com calma, as inseguras edificações humanas que a tempestade prejudicou.

Ante a convulsão do verbo desvairado, cala-te e espera.

Ante a violência arrasadora, emudece-te e aguarda a passagem das horas.

Ante o movimento inesperado das intenções menos dignas ou do ataque indébito, cala-te, ainda, e conta com o tempo.

Se aproveitas a dificuldade e a dor, a sombra e a deficiência, por sagradas oportunidades de auxiliar os teus irmãos, encontrarás no desdobramento de tua cooperação a resposta a todos os problemas que te atormentam a alma.

Quando Jesus proclamou a bem-aventurança aos aflitos, não se reportava aos espíritos insubordinados e impacientes, que elegem o desespero e a indisciplina por normas regulares de reação; referia-se, antes de tudo, aos que se acham aflitos por ajudarem o engrandecimento coletivo, por se converterem realmente à luz eterna, por se consagrarem à caridade e, acima de tudo, por se dominarem, transformando-se em veículos de manifestação da vontade do Senhor.

Assim, pois, se te inquietas pelas construções do Bem eterno, permaneces credenciado à bem-aventurança divina que, efetivamente, é muito difícil de alcançar.

Solidariedade

“Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou.”
Jesus. Em Marcos 9:37

Amigo Cooperador,

Muito tem acontecido nesses últimos anos. Muito mudou, e muito mudamos.
Mas não mudou o Amor com que Deus nos recebe, permitindo-nos recebermos uns aos outros, reencarnados, na condição tenra da criança.
E o convite é para justamente essa recepção amorosa. Aliás, mais que um convite, é um apelo a você, amigo cooperador, para conseguirmos dar continuidade ao trabalho do MAMA.
Todo último domingo do mês, seguimos com os plantões para recebimento de doações. Precisamos muito dos itens listados para o enxoval dos bebês e das mamães. Precisamos da sua ajuda.

Um fraterno abraço!

MAMA
Banco Itau 341
Agência 0192
Conta poupança 18.376-2
(se for transferir pelo Itaú, colocar /500)
Sandra Mello Camelier da Silva
CPF 032.128.558-19
Chave PIX (11) 99963-6183

Assistências do nosso grupo

                                                   Evangelho no Lar …finalização

“Dedica uma das sete noites da semana ao Culto Evangélico no Lar, a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa. Prepara a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, distende a mensagem da fé, enlaça a família e ora. Jesus virá em visita…”

Joanna de Ângelis – Psicografia de Divaldo P. Franco, S.O.S. Família, LEAL.

Como fazer?

Escolha, na semana um dia e horário em que a família possa se reunir durante mais ou menos trinta minutos.

Todos podem e devem fazer parte da reunião. Pode ocorrer a presença de visitantes ocasionais e, neste caso, podem ser convidados a participar; caso não sejam espíritas, devem ser esclarecidos sobre a finalidade da reunião. Há inclusive a possibilidade da reunião ser realizada por uma só pessoa – o roteiro a ser seguido é o mesmo.

Roteiro

1. Início da reunião – prece simples e espontânea.
2. Leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo – pode ser realizada na sequencia ou abrir aleatoriamente. 3. Comentários sobre o texto lido – devem ser breves e contando com a participação dos presentes, evidenciando o ensino moral aplicado às situações do dia-a-dia.
4. Vibrações – Pela fraternidade, paz e equilíbrio de a Humanidade e a quem o coração desejar; pela implantação e vivência do Evangelho em todos os lares; pelo próprio lar, mentalizando paz, harmonia e saúde para o corpo e para o espírito.
5. Prece de encerramento – Simples, sincera e espontânea, agradecendo a Deus, a Jesus e aos Bons Espíritos.

OBS.: A prática do Evangelho no Lar não deve ser transformada em reunião mediúnica.

Toda intuição e inspiração, que possam ocorrer, devem ficar no campo dos comentários gerais, no momento oportuno.

Livro básico e Livros recomendados:

  • O Evangelho Segundo o Espiritismo (Allan Kardec)
  • Caminho, Verdade e Vida, Pão Nosso, Fonte Viva, Vinha de Luz (Emmanuel)
  • Agenda Cristã (André Luiz)
  • Jesus no Lar – Alvorada Cristã (Neio Lúcio)

Aniversariantes

Núcleo Financeiro

Preparamos um relatório das nossas finanças para você saber como elas estão.

Nosso grupo se mantém com as contribuições voluntárias dos cooperadores, cada qual conforme sua condição permite. Lembramos que durante esses momentos exigentes, quando muitos perderam empregos e renda, a sua contribuição é muito importante. Se possível, logo no início do mês.

Os dados bancários do nosso grupo são:

Banco Itaú (341)
Agência 1659
Conta corrente 22.760-5
CNPJ 05.587.349/0001-95
Grupo de Orações, Amor e Caridade
PIX contato@goac.org.br